COMUNICAÇÃO DE MASSA

É uma publicação que visa a propagação de informações e notícias, sendo publicado em períodos definidos. A notícia é o principal conteúdo de um jornal, portanto, relata acontecimentos regionais, nacionais e internacionais; aborda também assuntos como cultura, turismo, esportes e outros assuntos de interesse público. Há também nos jornais, artigos que expõem opiniões e ideias que podem ser escritas por um jornalista ou por um especialista. Com o advento da internet, as pessoas passaram a ler jornal através de smartphones, tablets e computadores, ao invés de lerem jornais impressos. A liberdade de imprensa é importante para a existência de jornais e outros meios de propagação de informações. Em países autoritários e ditatoriais, é impedido a divulgação de artigos que critiquem o governo ou que sejam contrários aos seus pensamentos, o que não ocorre em países democráticos onde não há censura.

É uma publicação periódica que traz informações ao leitor, proporcionando o entretenimento, geralmente voltada para o público em geral. Por definição, uma revista apresenta e enumera cada questão a partir da página três, com o tamanho padrão de 8 3/8 × 10 7/8 polegadas. No entanto, no sentido técnico, um diário tem paginação contínua ao longo de um volume. Assim, Business Week, que inicia cada questão novamente com a primeira página, é uma revista, mas o Journal of Business Communication, que inicia cada volume com a questão do inverno e continua a mesma sequência de paginação durante todo o ano, é um jornal. Algumas publicações profissionais ou comerciais também são revisadas por pares, sendo um exemplo o Journal of Accountancy. As publicações acadêmicas ou profissionais que não são revisadas por pares geralmente são revistas profissionais. Que uma publicação se chama um diário não faz um jornal no sentido técnico; O Wall Street Journal é realmente um jornal. No Brasil, as principais editoras de revistas são a Editora Abril, a Editora Globo, a Editora Símbolo, a Editora Três, todas sediadas em São Paulo. O grupo editorial Bloch, do Rio de Janeiro, foi uma grande editora de revistas que deixou de existir, como a revista Manchete.

As TVs de tubo dominaram o mercado até a década de 90; quando houve uma evolução e começaram a surgir novas tecnologias, como LCD, plasma e LED. A invenção da televisão revolucionou a comunicação no século XX, acelerando o processo de transmissão de informações. A criação desse aparelho, que está presente em praticamente todos os lugares do globo, ocorreu em 1920, quando o escocês John Baird desenvolveu a tecnologia primária da televisão — conseguindo obter êxito em questões relacionadas com a nitidez de imagens e sons. No Brasil, na década de 1950, o empresário Assis Chateaubriand foi o responsável pela difusão da TV, criando a TV Tupi, a primeira emissora brasileira.

A invenção do rádio é atribuída ao italiano Guglielmo Marconi, mas o instrumento reúne uma série de descobertas anteriores. No Brasil, a primeira transmissão ocorre em 1923, por Edgard Roquete Pinto e Henry Morize. O rádio é a união de três tecnologias: a telegrafia, o telefone sem fio e as ondas de transmissão. A primeira descoberta está nas ondas de rádio, com capacidade de enviar som e fotos pelo ar. Isso aconteceu em 1860, quando o físico escocês James Maxwell descobriu as ondas, que foram apresentadas somente em 1886 por Heinrich Hertz. Foi Hertz quem apresentou a variação rápida da corrente elétrica para o espaço em forma de ondas de rádio. Assim, Guglielmo Marconi estabeleceu em linha telefônica os sinais de rádio. À invenção, Marconi deu o nome de telégrafo sem fio. A primeira transmissão de rádio foi de um evento esportivo e ocorreu durante a regata de Kingstown para o jornal de Dublin. Em 1901, Marconi recebe o Prêmio Nobel de Física. A invenção, porém, ainda não tinha o formato como conhecemos hoje porque transmitia somente sinais. A transmissão de voz só ocorreu em 1921 e foi introduzida às ondas curtas em 1922. Os trabalhos de Marconi desencadearam uma série de disputas judiciais que tinham o norte-americano Nikola Tesla reivindicando a patente da invenção do rádio.

O Cinema não é apenas uma forma de expressão cultural, mas também um meio de representação. Através de um filme representa-se algo, seja uma realidade percebida e interpretada ou um mundo imaginário livremente criado pelos autores de um filme. Cinema, também chamado de sétima arte, ou, em certos contextos, cinematografia, pode ser definida como a técnica e a arte de fixar e de reproduzir imagens que suscitam impressão de movimento, assim como a indústria que produz estas imagens. As obras cinematográficas (mais conhecidas como filmes) são produzidas através da gravação de imagens do mundo com câmeras (câmaras) adequadas ou pela sua criação utilizando técnicas de animação, ou efeitos visuais específicos. Mais especificamente, pode ser descrita como o “conjunto de princípios, processos e técnicas utilizados para captar e projetar numa tela imagens estáticas sequenciais (fotogramas) obtidas com uma câmera especial, dando impressão ao espectador de estarem em movimento”. O diretor de arte pode ser descrito como o principal colaborador visual de um diretor de cinema. Também se usa a palavra ‘cinegrafia’, estando dicionarizada.

Rede social é uma estrutura de comunicação que é composta por pessoas ou organizações, que são ligadas por vários tipos de relações e compartilham os valores e objetivos comuns. Uma das fundamentais características na definição das redes é a sua abertura. Quando online, podem operar em diferentes níveis, como redes de relacionamentos (Facebook, Twitter, Instagram, Google, Youtube, MySpace, Badoo, Tinder etc.), redes profissionais (Linkedin), redes comunitárias (redes sociais em bairros ou cidades), redes políticas, militares, redes do governo, que permitem analisar a forma como as organizações desenvolvem a sua atividade. As redes sociais podem também ser utilizadas para divulgar seu trabalho (Marketing) e criam uma forma de exploração de relacionamento entre as empresas e os clientes. O marketing nas redes sociais é mais pessoal e interativo do que qualquer outra forma, é necessário prestar atenção nessas novas ferramentas que surgem e são cada vez mais complexas e difíceis de entender, para os utilizadores mais comuns. Existem dois tipos de redes, as comunitárias que são estabelecidas em bairros ou cidades, em geral tendo a finalidade de reunir os interesses comuns dos habitantes, melhorar a situação do local ou prover outros benefícios. E temos as profissionais, prática conhecida como networking, tal como o LinkedIn, que procura fortalecer a rede de contatos de um indivíduo, visualizando futuros ganhos pessoais ou profissionais. Um exemplo atual disso é o home office.

A palavra mídia vem de “media”, abreviação de “mass media” do inglês, e pode se referir a todo e qualquer veículo de transmissão de informações ou entretenimento, como jornais, revistas, rádios, televisões, computadores, celulares. Em resumo, meios de comunicação em massa. “Mídia” também se refere ao conceito de publicidade relacionados às propagandas, notícias ou divulgação de mensagens, que são colocadas em diferentes programas exibidos pelos antes citados meios de comunicação em massa. Existem dois tipos de mídia: a mídia digital, que possui a possibilidade de feedback, isto é, a opinião e a interação de quem é exposto à mídia; os mais comuns são celulares e computadores. E a mídia analógica, na qual a pessoa só recebe determinado conteúdo, sem nenhuma forma de interação, sendo comuns em jornais, revistas etc.
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A comunicação humana, também conhecida como antropossemiótica, está relacionada ao campo da ciência dedicado a entender como os humanos se comunicam. Ela está fundamentada em intenções cooperativas e compartilhadas. Richmond e McCroskey (2009) afirmam que “a importância da comunicação na sociedade humana tem sido reconhecida há milhares de anos, muito mais do que podemos demonstrar através da história registrada. Segundo estudos, os humanos têm habilidades de comunicação que outros animais não possuem, uma vez que são capazes de comunicar aspectos como tempo e lugar como se fossem objetos sólidos. Sabemos que os seres humanos se comunicam para pedir ajuda, para informar os outros e compartilhar atitudes como um meio de ligação. Essa forma de comunicação é uma atividade conjunta, que depende em grande parte da capacidade de manter a atenção comum, de compartilhar o conhecimento de fundo relevante e a experiência conjunta, a fim de obter o conteúdo e promover sentido nas trocas, ou seja, ela está voltada a tudo o que o ser humano pretende transmitir diante das informações.
A comunicação de massa, por mais que seu “objetivo principal” seja esse de grande alcance de informações, ela pode ser usada para educar, entreter, influenciar, mostrar diversidade de conteúdo, entre outras finalidades. Esse meio tecnológico é utilizado tanto com finalidades econômicas, sociais e políticas.
Os meios de comunicação nos fornecem informações de diversos assuntos, porém muitas vezes podem fornecer informações erradas. Por exemplo, pessoas, que não tem outra fonte de comunicação, passam a acreditar em tudo que olham na televisão, e, assim, passam a aceitar o assunto como

A ciência se refere à verdade como algo que se busca constantemente entre as diversas incógnitas da história. Pode-se considerar que a verdade absoluta está voltada a tudo aquilo que é fundamental e independe de outras informações, ou seja, ela é aquela que define de forma precisa o que se procura diante do universo. Estabelecemos a verdade através de um sistema de valores. Esse sistema de valores passa necessariamente pelo conjunto ético e moral de uma sociedade. Por sua vez, esse conjunto ético e moral de uma civilização, de uma família ou de um indivíduo se constitui na verdade que eles encontram. O filósofo alemão Husserl vai dizer que a “verdade se dá através dos fenômenos que são observáveis, perceptíveis e sensíveis”. “Chamamos isso de fenomenologia”, afirma o professor Eduardo. O filósofo francês Sartre, no contexto do final da 2ª Guerra Mundial, vai levar em conta o existencialismo. Para ele, a verdade está na essência do indivíduo, ela é resultado dos valores de uma sociedade. Nietzsche, nascido na Alemanha, faz uma crítica forte ao pensamento clássico – ao mundo das ideias, de Platão e Sócrates. Ele vai defender que a verdade não existe. Contemporâneo de Sartre, Foucault vai dizer que, para ser verdade, ela precisa ser livre (totalmente), não pode estar vinculada a uma institucionalização, porque, desta forma, a verdade será manipulada, gerando constrangimentos e formas de comportamento.



